Mounjaro® tirzepatida: nova indicação Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa

Esse hormônio envia sinais ao cérebro para informar que estamos saciados, ajudando a reduzir o apetite naturalmente. Seja para quem está começando ou quer entender mais sobre essa novidade, vamos esclarecer os principais pontos sobre esse medicamento tão comentado. Os primeiros filmes da campanha já estão disponíveis no canal da Novo Nordisk no YouTube, com as demais peças sendo lançadas nas próximas semanas, tanto nas redes sociais quanto na televisão. Caso a pessoa manifeste dificuldade para respirar, sensação de tontura ou desmaio, inchaços ou dor intensa, deve parar imediatamente o uso do medicamento. Este trabalho caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura, de natureza descritiva e qualitativa, com o objetivo de reunir e analisar criticamente os artigos científicos disponíveis acerca do tema escolhido.

O SURMOUNT-4 investigou a manutenção da perda de peso alcançada na fase inicial do tratamento com tirzepatida. Após 88 semanas, 89,5% dos participantes que mantiveram o uso da tirzepatida conseguiram preservar pelo menos 80% da perda de peso inicial, em contraste com apenas 16,6% dos que passaram a receber placebo. Notavelmente, em indivíduos com obesidade ou sobrepeso, a interrupção da tirzepatida resultou em uma recuperação significativa do peso perdido, enquanto a continuidade do tratamento não apenas sustentou, mas também incrementou a redução de peso inicial.

Quando MOUNJARO é adicionado ao tratamento existente com metformina e/ou iSGLT2, a dose atual de metformina e/ou iSGLT2 pode ser continuada. O impacto dessa oferta será importante para ampliar o alcance de terapias inovadoras, colaborando para a melhoria da saúde pública no país. Com a produção nacional, os medicamentos ficam mais próximos dos usuários, o que pode ajudar na regularidade do tratamento e no acompanhamento médico. Os medicamentos Olire e Lirux não são genéricos, apesar de o princípio ativo ser o mesmo da liraglutida. São considerados novos medicamentos pela Anvisa, resultado de uma inovação tecnológica nacional. Por atuar em vários pontos do sistema do apetite, a liraglutida ajuda a diminuir a fome e o desejo de comer em excesso.

Portanto, converse com seu ginecologista sobre a possibilidade de migrar para outro método durante as quatro primeiras semanas após iniciar o tratamento, bem como a cada nova mudança de dose. Como qualquer medicamento, a tirzepatida pode apresentar efeitos colaterais, como náuseas, vômitos e desconforto abdominal, especialmente no início do tratamento. A nova aprovação ocorre em um contexto de alta prevalência de obesidade no Brasil, que afeta mais de 22% da população adulta, segundo o Ministério da Saúde. A disponibilidade de terapias eficazes e bem toleradas como a tirzepatida representa um avanço importante no manejo dessa condição crônica e multifatorial, com potencial de impacto positivo sobre complicações associadas, como hipertensão, apneia do sono e dislipidemias.

Lipoless Tirzepatida: Ciência e Inovação na Luta Contra a Obesidade

SUS avalia inclusão de novos medicamentos para tratamento da obesidade

A exposição no estado de equilíbrio é alcançada após 4 semanas de administração uma vez por semana. Foi obtida exposição similar com a administração subcutânea de Tirzepatida no abdome, coxa ou braço. Tirzepatida adia o esvaziamento gástrico, o que pode reduzir a velocidade da absorção da glicose após a refeição e pode levar a um efeito benéfico sobre a glicemia pós-prandial. Tirzepatida retarda a absorção da glicose pós-prandial, reduzindo a glicose pós-prandial. Tirzepatida 5 mg, 10 mg e 15 mg melhoraram significativamente o funcionamento físico em comparação à semaglutida injetável 1,0 mg. Tirzepatida somente deverá ser administrado a gestantes se o benefício potencial justificar o risco potencial ao feto.

  • Houve uma redução média na pressão arterial sistólica e diastólica de 2 mmHg cada, em pacientes tratados com placebo.
  • Estudos clínicos mostraram que o uso da tirzepatida pode levar à redução de até 22,5% do peso corporal em pacientes com obesidade, superando os resultados de outros medicamentos já utilizados com essa finalidade, como a semaglutida (Wegovy e Ozempic).
  • A nova aprovação ocorre em um contexto de alta prevalência de obesidade no Brasil, que afeta mais de 22% da população adulta, segundo o Ministério da Saúde.
  • No que se refere ao perfil de segurança, observou-se predominância de eventos adversos gastrointestinais, em sua maioria leves a moderados, os quais tendem a diminuir com o tempo de uso e raramente motivam a descontinuação do tratamento.
  • Devido ao seu mecanismo de ação como agonista duplo dos receptores do GIP e do GLP-1, a tirzepatida se destaca como uma farmacoterapia inovadora para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2).

Um período de observação e tratamento para esses sintomas poderá ser necessário, levando em conta a meia-vida de Tirzepatida (aproximadamente 5 dias). O perfil farmacocinético e a eficácia não foram impactados pelo desenvolvimento de anticorpos antidroga. Um maior número de pacientes tratados com Tirzepatida que desenvolveram anticorpos antitirzepatida apresentaram reações de hipersensibilidade ou reações no local da injeção, quando comparado àqueles que não desenvolveram esses anticorpos. Se uma dose for esquecida, ela deverá ser administrada assim que possível dentro de 4 dias (96 horas) após o esquecimento da dose. Caso mais de 4 dias tenham se passado, a dose esquecida não deverá ser administrada, e a próxima dose deverá ser administrada no dia do cronograma usual.

O GIP também atua inibindo a lipólise (quebra de gordura) e promovendo a lipogênese (armazenamento de gordura) enquanto o GLP-1 é capaz de retardar o esvaziamento gástrico causando assim uma sensação de saciedade. Dessa forma, a tirzepatida promove efeitos sinérgicos desses dois hormônios assim controlando os níveis glicêmicos e reduzindo o peso corporal. O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) representa um dos principais desafios de saúde pública no cenário global. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil possui cerca de 13 milhões de pessoas com diabetes, sendo que aproximadamente 90% deste público possui diagnóstico de diabetes do tipo 2. Essa condição se manifesta majoritariamente em adultos e decorre da incapacidade do organismo de produzir insulina em quantidade suficiente ou utilizá-la adequadamente, comprometendo o controle glicêmico.

Dr. Vagner Chiapetti enfatiza que a escolha por esse tratamento é personalizada, considerando sempre as particularidades de cada paciente. Por isso, um acompanhamento médico contínuo é essencial para garantir que você esteja recebendo o melhor cuidado possível. O grande diferencial da tirzepatida está em sua capacidade de atuar nesses dois sistemas hormonais simultaneamente, resultando em uma perda de peso significativa, além de melhoras no controle glicêmico e outros benefícios metabólicos.

Este estudo foi fundamental para comprovar o potencial da molécula como uma abordagem inicial no tratamento da obesidade. Como o estudo trata-se de uma população relativamente pequena, ainda é preciso ter cuidado ao aplicar esses dados a grupos de pessoas mais variados. Neste contexto, o estudo clínico realizado por Wilson et al. (2020) com indivíduos portadores de diabetes mellitus Lipoless Tirzepatida tipo 2, durante 26 semanas demonstrou melhorias em fatores de risco associados à doença.

SURPASS 1 – Monoterapia1

A caneta Lipoless é indicada tanto para iniciantes quanto para usuários experientes que desejam praticidade na aplicação. Seu design moderno e discreto torna o tratamento mais simples e eficaz, sem complicações ou necessidade de manipulação. A figura abaixo mostra o fluxograma PRISMA de elegibilidade dos artigos selecionados e utilizados no presente estudo. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, os artigos selecionados foram analisados em texto completo.

Perspectivas de oferta futura e impacto no tratamento

Devido ao seu mecanismo de ação como agonista duplo dos receptores do GIP e do GLP-1, a tirzepatida se destaca como uma farmacoterapia inovadora para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2). O DM2 é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica, causada principalmente pela resistência à insulina e disfunção progressiva das células beta pancreáticas. Um componente central da fisiopatologia do diabetes mellitus tipo 2 é a redução do efeito incretínico, condição na qual a resposta à secreção de insulina induzida pelos hormônios intestinais está diminuída. Sua eficácia clínica tem sido amplamente evidenciada em estudos multicêntricos randomizados da série SURPASS que avaliaram diferentes cenários terapêuticos (Frias et al., 2021). O MOUNJARO é composto pela tirzepatida, um fármaco agonista, de ação prolongada, altamente seletivo aos receptores de GIP e GLP-1 humanos, para os quais apresenta alta afinidade.

Em SURMOUNT-2, a variação de peso para o grupo tirzepatida (10mg-15mg) as perdas, na semana 72, estiveram entre 13,4 e 15,7% da linha de base para o grupo tirzepatida e 3,3% para o grupo placebo. Já o Lirux apresentou bons resultados no controle da glicemia, que é o nível de açúcar no sangue. Ele reduz tanto a glicemia em jejum quanto após as refeições em pacientes com diabetes tipo 2.

Em estudos de reprodução em animais, Tirzepatida causou reduções do crescimento fetal e anormalidades fetais em exposições inferiores à DHMR com base na ASC. Uma incidência aumentada de malformações externas, viscerais e esqueléticas e variações do desenvolvimento visceral e esquelético foi observada em ratos. Estudos com Tirzepatida em animais não indicaram efeitos prejudiciais diretos relacionados à fertilidade. Em estudos de toxicologia reprodutiva, Tirzepatida, em doses tóxicas para a mãe, causou malformações, variações do desenvolvimento e crescimento fetal reduzido.